- Não abra e-mails de ofertas. Não pegue catálogos em lojas.
- Em vez de comprar usando cartões ou cheques, use mais dinheiro vivo. Parece que, quando usamos dinheiro, sentimos mais a dorzinha no bolso na hora de comprar e isso nos acende uma luz para economizar mais.
- Em vez de dizer que gostaria de guardar $100 todo mês na poupança, transfira $25 por semana. É mais fácil e você não sente tanto.
- Compre menos. Pare de economizar coisas durnate um tempo.
- Empreste mais as coisas. Você não precisa comprar uma furadeira se alguém puder te emprestar.
- Pense em outras formas de renda que você poderia ter, talvez através de um hobbie.
- Leia sobre investimentos e veja se são uma boa opção para você, porque podem ser.
- Baixe algum aplicativo para registrar seus gastos no celular. Eu uso o Minhas despesas, mas existem vários.
- Leve comida de casa para o trabalho.
- Procure resolver mais coisas em casa sozinha(o) do que contratando o serviço. De instalar chuveiro novo a pintar a casa.
- Pague suas dívidas no início do mês e antes de gastar com qualquer outra coisa.
- Cuide mais da sua saúde se alimentando bem, fazendo exercícios regulares e indo com frequência aos médicos fazer check-ups. Se você se cuidar, gastará menos com remédios e tratamentos.
- Saia menos. Mesmo os programas gratuitos demandam alguns gastos (transporte, alimentação etc, especialmente com crianças). Sempre que puder fazer um programa caseiro, faça.
- Ensine seus filhos sobre economia doméstica e sobre o valor do dinheiro. Explique porque um coleguinha tem um brinquedo que ele não tem, ou uma mochila mais cara.
- Doe o que não usa mais para saber de verdade o que tem. Sabendo, você usará mais o que já tem em vez de ter vontade de comprar coisas novas.
Dinheiro não traz felicidade, mas traz tranquilidade. Se você faz
parte do 1% da humanidade que não precisa se preocupar com dinheiro,
considere-se um felizardo. No entanto, se você pertence aos outros 99% e
gostaria de economizar um pouco mais, essas dicas podem ser úteis:
Aposte em mais momentos divertidos e de descanso. O lazer significa ter prazer e, como seres sociais que somos, podemos usar esses momentos para passear com amigos, dançar, paquerar, dar risada, namorar e fazer sexo. Com isso liberamos mais serotonina, o hormônio do prazer, responsável pelo sorrisinho no rosto.
Ter bom relacionamento no trabalho, na família e estar satisfeito com aquilo que faz, segundo os médicos, gera saúde. Sentir-se realizado evita a depressão e a liberação dos hormônios do estresse (catecolaminas e corticoides), que aumentam a glicemia, as triglicérides e o colesterol, que engordam, além de causar um belo de um mau humor.
Deixar o vício garante benefícios à saúde no curto e longo prazo. No primeiro momento, o ex-fumante já consegue respirar melhor e fica com o paladar e olfato mais apurados. Em um ou dois anos, os riscos de ter derrame ou infarto diminuem bastante e em dez anos o pulmão melhora sua capacidade. Nunca é tarde para parar, pois o fumo contínuo e duradouro pode causar câncer de pulmão (95% dos casos são em fumantes), de garganta, língua e faringe, e, no médio prazo, pode causar o devastador enfisema pulmonar.
O abuso de álcool pode trazer graves consequências à saúde. Como praticamente todas as bebidas alcoólicas são muito calóricas, de cara você pode ganhar uns quilos a mais se as usar frequentemente. Conhecidas como “calorias vazias”, elas engordam sem trazer nenhum benefício nutricional. O abuso pode ainda levar ao alcoolismo ou causar cirrose hepática (destruição do fígado), ambas doenças levam à morte. Uma dose diária de álcool não causa grandes danos, desde que a pessoa esteja saudável. Diabéticos, hipertensos ou quem tem alta taxa de triglicérides devem evitar o álcool.
O estresse deve ser considerado um veneno para o corpo. Quando você vive estressado, aumenta a produção de catecolaminas e cortisol (substâncias que causam o estresse), que provocam depressão, aumento do colesterol, triglicérides e do açúcar no sangue. Isso acontece porque o organismo reage como se estivesse em perigo. O estresse inibe a serotonina - substância que nos dá a sensação de prazer e é liberada quando fazemos exercícios, nos divertimos e fazemos sexo. Muitas doenças são causadas pelo estresse – desde reações nervosas até derrame e infarto.
Praticar uma atividade física regular ajuda a emagrecer, aumenta a força e o tônus muscular, melhora a capacidade respiratória e o condicionamento físico. O ideal é fazer de três a cinco vezes por semana, de 30 a 40 minutos. Para quem é sedentário, o primeiro passo é procurar um clínico geral, que pedirá exames de glicemia, colesterol, de pressão e frequência cardiorrespiratória. De acordo com os resultados, você saberá qual tipo de atividade física é a mais adequada para você. Isso vale também para quem pretende frequentar uma academia. Caminhadas de 30 minutos, de três a cinco vezes por semana, são indicadas para todas as idades, desde que não haja problemas de locomoção. Consequência: mais disposição e um corpo mais enxuto e mais resistente a infecções.
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